Camex Inclui 4 itens Em Resolução Que Reduz Imposto de Importação

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) incluiu quatro itens na resolução nº 64/2018, que “consolida as resoluções que reduzem temporariamente a alíquota do Imposto de Importação por razões de desabastecimento ao amparo da Resolução nº 8, de 20 de julho de 2008, do Grupo Mercado Comum do Mercosul”. Com essa inclusão, os itens passam a ter alíquota de 2% por um prazo determinado de 12 meses.

A Resolução 91, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 10, inclui os seguintes itens da Nomenclatura Comum do Mercosul: código 3707.90.21, à base e negro de fumo ou de um corante e resinas termoplásticas, para a reprodução – passa a ter alíquota reduzida, limitada a comercialização de 1.700 toneladas, pelo prazo de 12 meses, a partir de 7 de dezembro de 2018; 3906.90.49, Copolímeros acrílicos em forma de microesferas termoplásticas encapsulando gás inerte, limitada a 800 toneladas, por 12 meses, também a partir de 7 de dezembro; 5402.47.10, Filamento elástico bicomponente de poliésteres, não texturizado, limitado a 2.200 toneladas, por 12 meses, a partir de 2 de janeiro de 2019; e por último o código 7607.11.90, folhas e tiras, folheadas ou chapeadas em uma ou em ambas as faces, obtidas por laminação de folhas de diferentes ligas de alumínio, limitada a 2.137 toneladas, por 12 meses, a partir de 1º de fevereiro de 2019.

Bens de informática e de capital

A Camex também zerou as alíquotas do imposto de importação incidentes sobre vários bens de informática e telecomunicação e bens de capital, na condição de ex-tarifários. A decisão também foi publicada no DOU desta segunda-feira. As alíquotas ficam alteradas para zero por cento até 30 de junho de 2020.

Fonte: em.com.br

Exportação

A exportação segura de produtos é capaz de ampliar o mercado consumidor da sua empresa, gerando mais negócios. Com o comando do CEO Brasil Fernando, A Terra Brasilis ajuda a exportar sua produção para qualquer parte do mundo, analisamos a viabilidade, prospectamos clientes em outros países, indicamos a adequação necessária em rótulos e embalagens e minimizamos os riscos financeiros das suas operações.

Também estamos prontos para cuidar de toda logística nacional e internacional em qualquer modal, acompanhamos a entrega das mercadorias, e providenciamos as documentações necessárias, como Certificado de Origem, Carta de Crédito e seguros.

Importação

Com a assessoria da Terra Brasilis, a importação de produtos e insumos é um processo acessível e pode ser a solução segura para reduzir custos e aumentar o lucro do seu negócio.

Com o Brasil Fernando como CEO da Terra Brasilis, nós podemos lhe ajudar a importar, analisando a viabilidade e buscamos os melhores fornecedores no exterior para atender às suas necessidades.

Também estamos prontos para cuidar de toda logística nacional e internacional, fazemos a recepção da carga no modal mais vantajoso, providenciamos as documentações necessárias, como a Licença e a Declaração de Importação, nacionalizamos e entregamos o seu produto em qualquer parte do Brasil.

Somos a Terra Brasilis.

5 Dicas Para Reduzir o Custo De Produção da Sua Empresa

O objetivo de todas as empresas é sempre alcançar maiores lucros. Para tanto, constantemente os negócios passam por ajustes que buscam a redução de gastos. Um exemplo disso é a diminuição do custo de produção.

Boa parte da imagem da organização diante dos consumidores e concorrentes advém da qualidade dos produtos, que podem ter custos muito altos e, se não forem bem administrados, podem resultar em prejuízo.

Quer saber como reduzir esses custos de produção e fazer seu negócio crescer de uma vez por todas? Então confira nossas dicas!

1. Faça um diagnóstico organizacional

Um importante passo é descobrir onde está a perda mais significativa do processo de produção para que seja possível fazer cortes ou adaptações mais exatas. É necessário conhecer bem as etapas para a realização de modificações que tragam um aumento do lucro interno.

Vale ressaltar que a produção não envolve apenas o produto, mas, também, o processo como um todo. Dessa forma, devem ser considerados os gastos com insumos, manutenção de maquinário, salários e benefícios concedidos, além de perdas com retrabalho.

2. Controle seu estoque

A alta do dólar influencia consideravelmente nos custos de produção. Com ela, a compra de bens intermediários importados fica mais cara. Esse problema poderá ser contornado caso haja uma flexibilização do estoque da empresa, ou seja, o empresário deve realizar o controle de estoque, adquirindo produtos e insumos de acordo com a demanda, evitando desperdício e perda de capital em itens que são comprados sem necessidade.

Quando o estoque não é bem organizado e controlado, a empresa sofre com grandes prejuízos. Essas perdas não envolvem somente os fatores relativos à produção, mas também podem prejudicar o atendimento ao cliente e o processo de vendas.

É sempre interessante contar com um estoque otimizado, que facilite a geração de relatórios mais precisos sobre quantidades, datas de vencimento, codificação e demanda para o período, por exemplo. Todas essas informações são essenciais para o planejamento da produção.

Para ajudar no controle de estoque, uma valiosa dica é fazer investimentos em sistemas computadorizados de gerenciamento. Eles mostrarão onde ocorrem os erros mais frequentes e podem indicar ao gestor como o problema pode ser solucionado.

3. Minimize o consumo de energia

Os custos com energia têm aumentado exponencialmente nos últimos anos. Sobretudo em decorrência da crise hídrica que o Brasil enfrenta. Para as indústrias que utilizam a energia elétrica em grande quantidade, esse fator tem sido um embaraço gigantesco.

A alta do preço da energia atua de maneira negativa nos lucros empresariais. A depender dos valores adquiridos com a produção, a incidência de gastos com a energia elétrica pode trazer um resultado final de prejuízos ao empresário.

Algumas maneiras de diminuir o custo com energia são:

  • redução do número de máquinas ativas;
  • flexibilização da produção de acordo com as bandeiras tarifárias;
  • investimento em produção mais sustentável;
  • preferência por adquirir equipamentos de menor consumo de energia, de acordo com o selo do INMETRO etc.

Com essas medidas, o gestor atenuará seus gastos e contará com dividendos maiores de lucros. Então, faça uma análise da linha de produção e avalie o que precisa ser modificado para a redução do consumo. Aproveite a oportunidade para conscientizar seus colaboradores.

4. Renegocie seus contratos

Essa dica refere-se ao relacionamento interpessoal e gestão da empresa. São situações algumas vezes desagradáveis, mas que devem ser realizadas, pois geram custos de produção sem retorno à empresa.

Os contratos com os fornecedoresdevem ser revisados detalhadamente. Caso exista algum que não é mais necessário ou que tem gerado gastos excessivos, devem ser renegociados ou, até mesmo, encerrados. Uma negociação bem conduzida pode proporcionar a aquisição de insumos com melhor qualidade e por menor preço.

Outro tipo de contrato a ser verificado, visando otimizar custos de produção, são os trabalhistas. Algumas vezes, o quadro excessivo de trabalhadores provoca gastos, como salários e contribuições ao fisco, que ficam além da produção. Nesse caso, a medida a ser tomada, infelizmente, é demitir funcionários que não sejam fundamentais ou que estejam excedendo o necessário.

Lembre-se, contudo, de sempre de manter um bom relacionamento com fornecedores e empregados. Além disso, faça pesquisas constantes de mercado para ter em mãos a relação de insumos com melhor custo-benefício. Isso aumenta o poder de barganha.

5. Conheça o Drawback

Essa palavra inglesa se refere a um regime especial aduaneiro, que foi criado pelo Governo Federal com o objetivo de oferecer benefícios para as empresas que trabalham com comércio exterior.

Esse regime consiste em eliminar ou suspender alguns impostos comuns da importação de insumos que serão utilizados para a produção de mercadorias de exportação. Isso aumenta o ganho financeiro, garante maior porcentagem de lucro, gera novos empregos e reduz consideravelmente os custos de produção.

O sistema Just in Time para reduzir o custo de produção

Após a análise de cinco dicas para reduzir os custos de produção, conheceremos o sistema just in time, que é um aliado nessa tarefa.

O sistema just in time é pautado na eliminação de desperdícios, visando a melhoria de processos de produção empresarial, potencialização de qualidade, preço dos produtos e elementos relacionados à celeridade da produção.

A grande sacada do JIT é empregar técnicas de administração para que o que for produzido ocorra somente conforme a demanda. Essas medidas reduzem custos de produção e os gastos que derivam dele.

O just in time atua diretamente na redução do desperdício, pois trabalha com a chamada produção “puxada”, ou seja, algum insumo só é solicitado se realmente houver necessidade de sua utilização. Nesse sistema, os estoques são reduzidos. Esse facilitador possibilita ao gestor perceber perfeitamente onde ocorreu o erro, caso algum vício se verifique na produção.

Para a implantação do modelo just in time, a empresa deverá reorganizar todo o seu processo de produção. Isso demandará investimento em novas técnicas e melhoria da equipe, além de estabelecimento de metas e processos de avaliação de desempenho.

O investimento em qualidade de produção e qualidade do pessoal gerará, consequentemente, aumento da qualidade do produto fornecido. Além disso, a empresa passará a atuar a partir de encomendas concretas, o que ocasionará uma produção singular!

Desse modo, haverá redução dos custos de produção com maximização na qualidade dos insumos produzidos e dos lucros. Uma vez que o gestor adquirirá somente o necessário para produzir, evitando desperdícios e, devido a demandas específicas, poderá investir em qualidade de sua produção. Assim, os lucros serão acentuados e os gastos desnecessários serão eliminados.

Portanto, percebemos que o custo de produção pode ser atenuado a partir de medidas tomadas pelo gestor, visando reduzir gastos e, por consequência, aumentar lucros. O sistema just in time é uma excelente alternativa para o aumento da lucratividade empresarial, pois seu modo de produção evita desperdícios, reduzindo custos de produção e aumentando os ganhos.

Viu como existem várias opções para reduzir o custo de produção da sua empresa? Para descobrir como aumentar os lucros com a exportação e importação, envie uma mensagem para a Terra Brasilis e receba uma analise gratuita sobre seu setor.

7 Motivos Para Começar a Importar

Importar pode ser uma grande oportunidade para o seu negócio se desenvolver e se tornar mais forte, eliminando problemas com fornecedores e aumentando o lucro da empresa.

Descubra 7 Motivos Para Você Começar a Importar Agora e Não Comprar Mais no Brasil.

A seguir, você vai conhecer pelo menos sete motivos para começar a importar matéria prima, insumo ou produtos finais já,  e vai entender qual é a relevância de realizar esse tipo de transação comercial. Confira!

1. PREÇO: Importações tornam possível acessar mercados especializados. Essa especialização torna possível produzir a custos menores e vender a preços muito mais competitivos. Ao comprar no mercado exterior, seus negócios ganham vantagens significativas sobre a concorrência.

Você ainda pode contar com empresas especializadas em importação e exportação, que ajudam a sua empresa a encontrar os melhores fornecedores em qualquer parte do mundo..

2. QUALIDADE: A mesma especialização que reduz preços também aumenta a qualidade. Importando, é sempre possível encontrar uma combinação oportuna entre preço e qualidade. Os melhores produtos e insumos do mundo podem ser muito mais acessíveis do que comercializados no Brasil, isso porque comprando no Brasil sempre há um atravessador, e este tende a lucrar alto em cima da transação.

3. OPORTUNIDADE: Muitos mercados estão em franca expansão, o que não faz lembrar nem de longe a situação brasileira. Dessa forma, são capazes de oferecer condições superiores de negócios, baseadas em alta produtividade e prosperidade.

Para descobrir os melhores fornecedores para seu negócio, conte com empresas experientes no mercado internacional, como a Wex Brazil, que pode ajudar a sua empresa a detectar e a desfrutar dessas condições.

4. AVANÇO: A tecnologia internacional pode ser muito superior à disponível no Brasil. Isso torna possível encontrar recursos que não possuem equivalentes em território nacional. Importar essa tecnologia significa maior produtividade e destaque no mercado.  E seja lá qual for o seu segmento de negócio, uma trade especializada em expansão de negócios pode localizar e permitir que sua empresa tenha acesso a tecnologias muitas vezes inéditas entre seus concorrentes, aumentando a produção e baixo o custo operacional.

5.VENDAS: Sua empresa ganha muito mais em vendas. Seus preços ficam mais competitivos e muitas vezes a qualidade superior, ganhando vantagem sobre a concorrência e posicionando sua marca entre as mais qualificadas do mercado, o que abre a oportunidade do caminho inverso e você começa a exportar sua produção e faturar em moeda mais forte, como dólar e euro.

Com a expertise de empresas como a Terra Brasilis, que oferecem um plano de negócios, sua empresa importa nas melhores condições possíveis, desfrutando dessa vantagem no mercado doméstico e abrindo novas possibilidades de crescimento internacional.

6.CONFIANÇA: Com a devida orientação, sua empresa pode localizar fornecedores com renome sólido no mercado internacional. Para isso, a Terra Brasilis disponibiliza sua ampla rede de fornecedores, escolhidos com base em sua competência, confiança e produtividade.

7.VANTAGENS: Fornecedores internacionais podem oferecer vantagens exclusivas aos seus clientes, como descontos em frete e condições de crédito adequadas. Um trade com bons relacionamentos comerciais pode colocar sua empresa em contato com grandes fornecedores e clientes.

Vamos fechar essa parceria e crescer junto?

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Cafezais Paulistas Aumentam Produção Devido a Exportação

O estado de São Paulo recebeu em 2018 – de Janeiro a Outubro- US$ 433 milhões de dólares com exportações e Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento garante que um terço da produção global está no Brasil.

Em 2017, o café ficou em nono lugar no ranking do Valor da Produção Agropecuária (VPA) paulista. Foram produzidas 4.5 milhões de sacas de café, em 200 mil hectares plantados, além dos 10 mil hectares de novas áreas. Os valores recebidos pelos produtores foram superiores a R$ 2 bilhões.

Devido à bienalidade da cultura, os números em 2017 caíram, quando comparados com o ano anterior. Entretanto, este ano é de alta e o IEA prevê que 5,8 milhões de sacas serão produzidas, o que representa um aumento 29,6%, segundo a estimativa divulgada pelo IEA.

Em 2018, o Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) de Franca, uma das principais regiões cafeeiras do país, deverá congregar 44,7% da produção paulista. No entanto, essa marca não consegue ser mantida todo ano em decorrência da bienalidade. Na sequência, pode-se observar que o EDR de São João da Boa Vista, que perfaz 18,8% da produção do Estado, mantém sua média anual, por conta de sua cafeicultura de montanha, que não são afetadas tão arduamente pelas mudanças climáticas.

Fonte: Secretaria de Agricultura de SP

Exportações de Algodão Deve Aumentar 50% nos Próximos Três Anos

As exportações de algodão em pluma do Brasil de passar de 2 milhões de toneladas, o que significa aumento de mais de 50 por cento nos próximos três anos, em meio a uma safra também crescente, o que segundo Maersk Line, gera possibilidade de uma nova dinâmica nos embarques por falta de contêineres.

Em relatório, a companhia marítima disse que os envios de algodão do Brasil devem oscilar de 1,4 milhão a 1,5 milhão de toneladas na atual safra 2018/19, subindo para algo entre 2,1 milhões e 2,2 milhões em 2020/21.

No mesmo período, a produção nacional da fibra deve ir a 3 milhões de toneladas, de 2,2 milhões esperados para o ciclo vigente. Líder em carregamento de algodão, a Maersk fez suas estimativas com base em informações obtidas junto a agentes do mercado.

As projeções da companhia são bem semelhantes às do governo brasileiro. Em seu mais recente boletim, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou uma safra de algodão 2018/19 em 2,2 milhões de toneladas, com exportações de 1,3 milhão de toneladas.

As perspectivas para este ano são recordes e refletem um aumento forte na área plantada. A semeadura se concentra nos Estados de Mato Grosso e Bahia, e a colheita se desenrola em meados do ano, com os embarques se intensificando ao longo do segundo semestre.

Mas conforme Denis Freitas, diretor da Safmarine, subsidiária da Maersk, esse pico de vendas está mais “diluído” pela falta de contêineres no país.

As exportações tinham pico em setembro, outubro e novembro. Mas agora já estão entrando para o ano seguinte. Já temos expectativa de carregar ao longo de todo o primeiro trimestre (de 2019)”


Afirmou à Reuters.

O Brasil é um grande exportador de produtos, desde agrícolas até manufaturados, ao passo que importa menos do que vende ao exterior. Com isso, há menos contêineres vindo ao país e mais necessidade desses equipamentos para envios, afirmou Freitas.

É isso que tem afetado —e pode continuar afetando— as exportações de algodão do Brasil.

“Com essa queda na importação… A gente está vendo os navios vindo para o Brasil com bem menos contêineres. Pode ter uma falta de equipamento para atender a demanda de exportação… Quando encontramos um balanço saudável entre exportação e importação, não temos o custo de trazer contêiner vazio para o Brasil”


disse o diretor da Safmarine, que responde pela Costa Leste da América do Sul.

Fonte: Reuters

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Governo Vai Reformular Seguro Para Exportações

Equipe econômica quer criar um fundo financeiro para cobrir dívidas em caso de inadimplência do tomador do empréstimo quando o País é avalista

Após o sufoco enfrentado pela equipe econômica para incluir recursos no Orçamento de 2018 e compensar os calotes dados por Venezuela e Moçambique em empréstimos que têm o governo brasileiro como avalista, o Ministério da Fazenda decidiu reformular o Seguro de Crédito à Exportação (SCE).

Fundo financeiro – A ideia é criar um fundo financeiro, de natureza privada, que terá um “colchão” próprio de recursos para honrar as dívidas em caso de inadimplência do tomador do empréstimo. O novo desenho evitará que a despesa para cobrir eventuais calotes dispute espaço com gastos em áreas como saúde e educação dentro do teto.

Proposta – A proposta começou a ser discutida após o Brasil ficar à beira do “default” perante o sistema financeiro internacional porque não havia dinheiro no Orçamento para bancar pagamentos ao BNDES e ao Credit Suisse. Os bancos acionaram o seguro contratado junto ao Fundo de Garantia à Exportação (FGE), do Ministério da Fazenda, após confirmado o calote dos dois países, mas o Congresso Nacional resistiu em aprovar o crédito. Foi a primeira vez que o Brasil precisou cobrir a garantia.

Detalhes – Os detalhes do novo modelo estão sendo fechados pela equipe econômica, mas a intenção é deixar tudo pronto para que o próximo governo possa implementá-lo. O desenho valeria apenas para novas operações, pois há dúvidas jurídicas sobre a possibilidade de transferir garantias já concedidas para o fundo recém-criado. Isso significa que qualquer novo calote da Venezuela em operações já contratadas continuariam impactando o Orçamento. A proposta orçamentária de 2019 já reservou R$ 1,467 bilhão ao pagamento dessas garantias, ainda sujeitos à aprovação do Congresso.

Receitas – O novo fundo seria formado pelas receitas obtidas com os prêmios pagos pelos bancos que contratarem a garantia brasileira. A Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF) seria um importante alicerce, administrando os recursos e dando suporte de capital à operação, sobretudo no início, quando o fundo ainda teria poucos recursos. Segundo o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Marcello Estevão, que lidera o projeto, o valor que o fundo precisará manter reservado para qualquer eventual calote ainda está sendo calculado.

Impacto – O impacto recairia sobre os cofres federais apenas em caso de esse capital ser insuficiente para cobrir as parcelas inadimplentes, hipótese considerada muito difícil pelos técnicos. “Provavelmente isso nunca vai bater na União”, disse Estevão. Por outro lado, o governo federal poderia incorporar no futuro as receitas que excederem o valor considerado ideal a ser mantido como reserva no fundo.

Regra atual – Na regra atual do FGE, os prêmios pagos pelos bancos ao contratar a garantia brasileira ingressam na conta única do Tesouro, contribuindo para o resultado primário, mas qualquer pagamento de garantia precisa passar pelo Orçamento, consumindo espaço do teto. Havia risco de o Brasil entrar em “default técnico”, situação em que credores externos podem pedir quitação antecipada de dívidas do país.

Fonte: Estadão

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